
Brasília




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Brasília nasceu de um sonho. Terra prometida e imaginária de onde jorrariam leite e mel, eldorado de riquezas e prosperidade, a ideia de sua construção atravessou os séculos. Pensada na Colônia, acalentada no Império, fez-se realidade na República. Das primeiras intenções manifestas de transferir a sede do governo para o Planalto Central, passando pelas premonições de Dom Bosco e a histórica Missão Cruls de 1893, muita coisa aconteceu.
Já no século XX, a ideia amadureceu, até que Juscelino Kubitschek, eleito presidente, resolveu concretizá-la. Do sonho de JK surgiu em 1960 a cidade moderna e planejada de Lúcio Costa e Oscar Niemeyer. Para erguê-la em tempo recorde – foram menos de quatro anos –, trabalhadores vieram de todos os lugares. Chamados de “candangos”, eles chegaram otimistas, carregados de esperanças. Com seus braços forasteiros, levantaram Brasília do meio do nada. Uma metrópole futurista no vazio do cerrado. Brasília, a cidade de largas avenidas, com suas divisões em asas, superquadras e Unidades de Vizinhança.
A cidade girando em torno de seu Eixo Monumental. O concreto armado feito em retas, em curvas, em ângulos, em formas sensuais. A urbe de prédios corbusianos equilibrando-se sobre pilotis. A cidade cuja natureza é mediada pelo ritmo da política. Pelo poder que seduz na Praça dos Três Poderes, na Esplanada do Ministérios, nos palácios presidenciais. Poder que todos buscam nos corredores do Congresso Nacional, nas salas das comissões, nos plenários e sessões dos tribunais. Mas por trás dos ritos e das artimanhas da política, da suntuosidade de sua arquitetura e urbanismo, existe uma cidade a pulsar. Como em qualquer outra grande metrópole do mundo, Brasília canta suas frustrações e alegrias cotidianas.
Brasília nasceu de um sonho. Terra prometida e imaginária de onde jorrariam leite e mel, eldorado de riquezas e prosperidade, a ideia de sua construção atravessou os séculos. Pensada na Colônia, acalentada no Império, fez-se realidade na República. Das primeiras intenções manifestas de transferir a sede do governo para o Planalto Central, passando pelas premonições de Dom Bosco e a histórica Missão Cruls de 1893, muita coisa aconteceu.
Já no século XX, a ideia amadureceu, até que Juscelino Kubitschek, eleito presidente, resolveu concretizá-la. Do sonho de JK surgiu em 1960 a cidade moderna e planejada de Lúcio Costa e Oscar Niemeyer. Para erguê-la em tempo recorde – foram menos de quatro anos –, trabalhadores vieram de todos os lugares. Chamados de “candangos”, eles chegaram otimistas, carregados de esperanças.
Com seus braços forasteiros, levantaram Brasília do meio do nada. Uma metrópole futurista no vazio do cerrado. Brasília, a cidade de largas avenidas, com suas divisões em asas, superquadras e Unidades de Vizinhança.
A cidade girando em torno de seu Eixo Monumental. O concreto armado feito em retas, em curvas, em ângulos, em formas sensuais. A urbe de prédios corbusianos equilibrando-se sobre pilotis.
A cidade cuja natureza é mediada pelo ritmo da política. Pelo poder que seduz na Praça dos Três Poderes, na Esplanada do Ministérios, nos palácios presidenciais. Poder que todos buscam nos corredores do Congresso Nacional, nas salas das comissões, nos plenários e sessões dos tribunais. Mas por trás dos ritos e das artimanhas da política, da suntuosidade de sua arquitetura e urbanismo, existe uma cidade a pulsar. Como em qualquer outra grande metrópole do mundo, Brasília canta suas frustrações e alegrias cotidianas.
© 1993-2026 Espaço e Vida. Todos os diretos reservados.
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