• Pernambuco

Pernambuco é oceano, multidão. Da aridez de seus sertões aos canaviais da Zona da Mata, da solidão agreste à beleza de seu litoral, um mar de histórias para contar, uma cultura para se admirar. Uma história às vezes doce, como o açúcar de seus engenhos; outras tantas amarga e cruenta, como suas revoluções. Pernambuco é o carnaval, são as festas de junho, é Paixão de Cristo em Nova Jerusalém.

É o paraíso de Porto de Galinhas. É Caruaru e é Petrolina. É Recife e também Olinda. Cultura ameríndia, negra e europeia. Tudo muito brasileiro. Tudo muito misturado. Tudo muito singular. Olinda de Duarte Coelho, a “Lisboa Pequena”. Por suas ruas e ladeiras uma procissão de foliões sacoleja ao som dos blocos com seus bonecos gigantes e que pedem passagem. É assim todo ano.

É assim em todo carnaval. Olinda, a “Marim dos Caetés”. Incendiada e destruída pelos holandeses em tempos remotos, a cidade se refaz. Reconstruída, faz reluzir o barroco em seus mosteiros e conventos, na arquitetura de suas igrejas centenárias. Ainda mais bela vista de cima (ou quem sabe do mar), Olinda se apresenta. Do Alto da Sé, vemos surgir o encanto de seus casarões, de seus sobrados coloridos, um após outro, de telhas coloniais.

E tendo ao fundo, logo ali, o Recife a nos espreitar. O Recife dos navios, o Recife dos corais. A cidade “dos rios cortados de pontes”, como cantou Dorival. A cidade nascida do encontro de rio e mar.


Pernambuco é oceano, multidão. Da aridez de seus sertões aos canaviais da Zona da Mata, da solidão agreste à beleza de seu litoral, um mar de histórias para contar, uma cultura para se admirar. Uma história às vezes doce, como o açúcar de seus engenhos; outras tantas amarga e cruenta, como suas revoluções. Pernambuco é o carnaval, são as festas de junho, é Paixão de Cristo em Nova Jerusalém.

É o paraíso de Porto de Galinhas. É Caruaru e é Petrolina. É Recife e também Olinda. Cultura ameríndia, negra e europeia. Tudo muito brasileiro. Tudo muito misturado. Tudo muito singular. Olinda de Duarte Coelho, a “Lisboa Pequena”. Por suas ruas e ladeiras uma procissão de foliões sacoleja ao som dos blocos com seus bonecos gigantes e que pedem passagem. É assim todo ano.

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