• Salvador

Seu nome de batismo é São Salvador da Bahia de Todos os Santos, mas vocês podem chamá-la de Salvador ou, se preferirem, de Cidade da Bahia. Ela é a cidade-fortaleza de Tomé de Souza, a Roma Negra dos trópicos, a primeira capital do Brasil. Abençoada por Deus e sob a proteção de Senhor do Bonfim.

A cidade nasceu e construiu sua trajetória bordejando os contornos de uma acidentada topografia. Cidade-alta, cidade baixa, Mercado Modelo, Largo do Pelourinho: o passado vive em cada esquina do seu centro histórico, em cada beco, em cada calçamento de rua. Percorre ladeiras íngremes revelando o destino de suas igrejas, conventos e claustros, de seus palácios, terreiros e largos, de seus sobrados coloniais. Uma história feita por homens e mulheres de antigamente, gravada em museus. Salvador de todos os santos, de todos os encantos, das lendas do Abaeté. O Abaeté com sua lagoa escura, feito de dunas e areias brancas, onde as ganhadeiras entoam seus sambas de tempos atrás. Lá onde o  vento balança o coqueiro e traz consigo canções de mar.

Ah, como é bom sentir a brisa morna e preguiçosa de um fim-de-tarde-começo-de-noite nas praias de Itapuã! Salvador de todos os ritos, de todos os mitos, dos terreiros de candomblé. Nas águas do Rio Vermelho, deposito flores para Iemanjá. Depois vou em busca do Senhor do Bonfim na Igreja da Sagrada Colina. Em todo janeiro, assisto à lavagem de suas escadarias. A fitinha que trago no braço é amarrada com três nós e cada nó carrega um pedido. Pois o padroeiro é fazedor de milagres; o padroeiro é protetor dos aflitos.

No Bonfim, orixás, bispos e padres hoje convivem em harmonia. Religião afro-brasileira da Bahia. Do Bonfim dou um pulo no Pelô para ver a Fundação Casa de Jorge Amado e o barroco banhado a ouro da Igreja e do Convento de São Francisco. No caminho, paro no tabuleiro da baiana e coloco pimenta no acarajé. No Pelourinho, a percussão é mais colorida e vibrante ao som do Olodum. Lá o sabor da comida é intenso e caloroso, como tem mesmo de ser. O artesanato pode ser simples ou sofisticado no interior de seus ateliês. Salvador sempre foi reverenciada em prosa, verso e imagens por seus artistas, poetas e cantores.


Seu nome de batismo é São Salvador da Bahia de Todos os Santos, mas vocês podem chamá-la de Salvador ou, se preferirem, de Cidade da Bahia. Ela é a cidade-fortaleza de Tomé de Souza, a Roma Negra dos trópicos, a primeira capital do Brasil. Abençoada por Deus e sob a proteção de Senhor do Bonfim.

A cidade nasceu e construiu sua trajetória bordejando os contornos de uma acidentada topografia. Cidade-alta, cidade baixa, Mercado Modelo, Largo do Pelourinho: o passado vive em cada esquina do seu centro histórico, em cada beco, em cada calçamento de rua. Percorre ladeiras íngremes revelando o destino de suas igrejas, conventos e claustros, de seus palácios, terreiros e largos, de seus sobrados coloniais.

Uma história feita por homens e mulheres de antigamente, gravada em museus. Salvador de todos os santos, de todos os encantos, das lendas do Abaeté. O Abaeté com sua lagoa escura, feito de dunas e areias brancas, onde as ganhadeiras entoam seus sambas de tempos atrás. Lá onde o  vento balança o coqueiro e traz consigo canções de mar.

Ah, como é bom sentir a brisa morna e preguiçosa de um fim-de-tarde-começo-de-noite nas praias de Itapuã! Salvador de todos os ritos, de todos os mitos, dos terreiros de candomblé. Nas águas do Rio Vermelho, deposito flores para Iemanjá. Depois vou em busca do Senhor do Bonfim na Igreja da Sagrada Colina. Em todo janeiro, assisto à lavagem de suas escadarias. A fitinha que trago no braço é amarrada com três nós e cada nó carrega um pedido. Pois o padroeiro é fazedor de milagres; o padroeiro é protetor dos aflitos.

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